Yoga em Caldas

aulas e estudos para o autoconhecimento em Caldas – MG

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Informações sobre o retiro de Yoga em Pocinhos do Rio Verde – 27 a 29 de abril de 2018

Intenção – Propósito do Retiro

Este retiro será uma vivência de yoga e meditação onde serão ensinadas técnicas de yoga simples que todas e todos possam levar para seu dia a dia.

Com ajuda do silêncio (interno e externo), das técnicas de yoga e meditação, e também de uma alimentação equilibrada, o fio condutor de nosso encontro será a limpeza em várias dimensões (física, mental, digital, etc), também chamada de detox.

Este retiro é indicado também para pessoas que nunca praticaram yoga e que tenham, de maneira geral, uma boa saúde. Caso a pessoa tenha alguma questão de saúde – como por exemplo, problemas cardíacos, de hipertensão, diabetes, etc –  pedimos que nos consulte antes de se inscrever.

Alimentação

O alimento oferecido durante o retiro é fresco e vegetariano, escolhido e preparado com cuidado especial para o propósito de facilitar no processo de desintoxicação. Pedimos que todos o aceitem sem discriminação.

Hospedagem

A Rosa dos Ventos é uma casa de acolhida que fica em meio à paisagem rural, tranquila e montanhosa do sul de Minas Gerais. Os quartos disponíveis para nosso retiro são coletivos: teremos alguns quartos para casais e também quartos com camas de solteiro. A Rosa estará fechada exclusivamente para a realização deste retiro.

Isolamento

Para aproveitar melhor este período de meditação, sugerimos que você deixe o telefone celular desligado durante todo o tempo do retiro, não faça acesso à internet. Pedimos para que você se antecipe às urgências, antes do retiro, avisando seus familiares, conhecidos e colegas de trabalho.

O que trazer:  

Roupa de cama (inclusive cobertor) e banho: produtos de higiene pessoal; bikini ou sunga e canga; agasalho para as noites (costuma esfriar nesta época); roupas leves e confortáveis para as práticas; caderno para anotações, tapete para yoga (caso tenha) e almofada para sentar em meditação.

Algumas de nossas atividades serão:

  • Hatha Yoga, Kundalini Yoga, Sarva Yoga, Yoga Tibetana, Yin Yoga;

  • Meditação ativa (respiração, mantras), silenciosa, andando;

  • Massagem;

  • Banho de gongo;

  • Danças circulares e fogueira com mantras (a confirmar).

Programação*:

* sujeita à alteração

SEXTA – 27/04/2018

 

18h

Chegada – acolhida dos participantes – lanche

19h30 – 21h

Introdução, conversa, combinados, meditação e gongo

21h

Encerramento das atividades, recolhimento

 

SÁBADO – 28/04/2018

 

6h

Despertar

7h – 9h

Yoga e Meditação

9h – 10h

Desjejum

10h – 12h30

Atividades: Dança/massagem/meditação/roda de conversa

12h30 – 14h30

Almoço e descanso

14h30 – 16h

Atividades: Caminhada/meditação/arte/criação/dança circular

16h – 17h30

Yoga Kundalini e Meditação

17h30 – 19h

Lanche, banho e horário livre

19h – 20h

Yin Yoga

20h – 21h

Fogueira com mantras

 

DOMINGO – 29/04/2018

 

6h

Despertar

7h – 9h

Yoga Tibetana, meditação

9h – 10h

Desjejum

10h – 12h30

Atividades de encerramento


Investimento:

Opção 1 = R$ 350,00 à vista;

Opção 2 = R$ 440,00 parcelado em 3x , sendo que a primeira parcela (R$140,00) deverá ser depositada até o dia 27/04, o que garantirá sua inscrição. As demais parcelas (R$ 150,00 cada) serão efetuadas através de cheques pré-datados para 27/05/2018 e 27/06/2018.

 

Inclusos no valor estão a hospedagem, a alimentação e todas as práticas do retiro.

 

Para confirmar a sua participação, pedimos a gentileza de preencher este formulário:

https://goo.gl/forms/TUecvANGL6EOwt1n1

 

Após o preenchimento, favor nos enviar por e-mail o comprovante de depósito na conta do Banco do Brasil (Banco do Brasil / Agência 1704-3 / Conta corrente 3560-2 / CPF 038.057.859-09 / em nome de Vinícius Cubas Brand).

 

Com votos de um ótimo dia, esperamos que possa se juntar a nós nessa jornada.

 

Namaste!

Meditação no cotidiano, por Bhante Bodhidhamma

Uma boa ideia seria tornar uma das “perfeições (paramis)” a sua prática especial. Digamos que seja a paciência: “fico impaciente comigo e com os outros”; “fico facilmente irritado e raivoso”. Então que seja essa a minha prática especial. À medida que desenvolvemos uma “perfeição”, descobriremos que toda a personalidade é afetada e todas as outras “perfeições” também são aprimoradas…

Uma vez que estabelecemos uma disposição meditativa básica, por assim dizer, no cotidiano, podemos ser mais proativos e tomar a ofensiva; e procurar técnicas que melhorarão ao máximo nossas vidas.

A primeira coisa a fazer é lidar com o “abacaxi”. Todos nós temos hábitos ou traços de personalidade que adoraríamos perder. Poderia ser um hábito forte, como fumar, ou um incômodo social, como falar em voz alta ou o hábito de sempre opinar. A primeira coisa é tomar a resolução de mudar. Então precisamos usar nossas técnicas de auto-observação. (Aqui um diário pode ser muito útil para observar quando, onde e com quem o hábito se torna mais provável de ocorrer).

À medida em que nos damos conta de quando o hábito ocorre, podemos formar estratégias – em primeiro lugar, para que elas não sejam superadas pelo mau hábito, e em segundo lugar, para que possamos minar seu controle sobre nós. Meu pai costumava fumar quarenta cigarros por dia, seu sangue era puro alcatrão. Ele também cantava em um coral, mas precisou parar por causa das contínuas dores de garganta. O médico na época – isso foi há cinquenta anos – o aconselhou a parar de fumar caso quisesse continuar cantando. E ele conseguiu: atingiu o hábito onde mais doía. O cigarro mais difícil de abandonar foi o de depois do almoço, quando, ao se sentar e relaxar, talvez até cochilasse. E decidiu que, em vez de ficar irritado com os outros, levaria a irritação para o piano. Ele não só nunca fumou desde então, como também se tornou exímio pianista.

Esta é uma ação positiva. Dói, demanda bastante trabalho, mas funciona! Quais são os fatores envolvidos? Em primeiro lugar uma percepção sobre os danos de um certo hábito. E em seguida a firme determinação para mudá-lo. Depois disso, vem a estratégia. E então, o mais importante, o prêmio! Meu pai voltou ao coral que amava.

Mas não é só contra o nosso lado negativo que devemos tomar a ofensiva; devemos colocar a energia no lado melhor de nossas personalidades também. Precisamos definir a mente como “positiva” desde os primeiros momentos do dia. Após a prática de meditação da manhã, devemos praticar metta, bondade amorosa. Metta significa boa vontade, bondade amorosa aberta, cuidado, um amor universal imparcial. Novamente, é tomando uma decisão interior, e sugerindo a si mesma/o uma maneira melhor de ser, que o terreno para a determinação resoluta se estabelece.

Ao definir a mente como sintonizada na boa vontade, a boa vontade vai automaticamente surgir uma vez que os estados negativos passem. E essa boa vontade é quase como um escudo contra as respostas negativas habituais, como a raiva; e permite que o coração sinta as coisas do ponto de vista do outro.

Agora, nesta prática, é muito importante ser capaz de oferecer amor a si mesmo. No início, a maioria das pessoas pensa que isso é egoísta, mas, na verdade, é autocuidado. Essa é a diferença entre comprar roupas para se manter quente e comprar roupas para acompanhar a moda. Ter consciência da diferença entre autocuidado e autoindulgência é crucial para subestimar qualquer sentimento de ódio que possamos ter em relação a nós mesmos. Assim como podemos cuidar e confortar os outros, da mesma forma podemos nos cuidar e confortar.

Uma vez que nossas personalidades e relacionamentos são interdependentes e inter-relacionados, essa melhoria do ‘eu dentro de mim’

Até aqui, falamos nos níveis psicológico e social, mas como tudo isso levaria à percepção espiritual, à experiência do supramundano além do corpo e da mente? Todo o processo de esforço contínuo de conscientização tem a ver com a purificação da mente. Quando a mente é pura, as faculdades espirituais (confiança, esforço, concentração, consciência e sabedoria) podem surgir, e, consequentemente, o conhecimento intuitivo pode emergir. Assim, é através do desenvolvimento da vida meditativa que a nossa libertação do sofrimento se assegura.

Bhante Bodhidhamma
Diretor espiritual do Satipanya Buddhist Trust , Bhante Bodhidhamma é monge há 20 anos.

Praticando como leigo:

“No final dos anos setenta comecei a meditar na tradição Soto Zen com minha primeira professora budista, Vajira Bailey, em Birmingham. Em agosto de 1979, me submeti a Jukai e me comprometi ao budismo como um zen budista, em Northumberland.

Durante esse período, eu morava em Birmingham, onde um monge birmanês, Ven. Dr. Rewata Dhamma, tinha montado um Vihara. Eu passei a visitar e me inscrevi num curso de meditação da técnica vipassana com Achaan Sumedho (agora Monge Chefe da tradição da floresta tailandesa, no Centro Budista Amaravati perto de Hemel Hempstead). Essa experiência me convenceu de que Vipassana era a técnica que mais atendia às minhas necessidades.”

Tradução de Lila Almendra
Texto retirado do website: https://buddhismnow.com/

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